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Qual o designer que nunca passou por isso ? Você faz sua arte e não sabe qual o melhor tipo de papel para usar, aqui vai algumas dicas para te ajudar com essa escolha, se você também tem essas dúvidas, vale a pena ler este artigo











Que designer nunca teve aquela dúvida na hora de escolher o papel mais adequado para imprimir algum material, seja pessoal ou de cliente?
É função do designer deixar especificado ou, ao menos, fazer uma boa sugestão de qual papel o cliente deve escolher na hora da impressão. Mas o que determina o papel ideal? Irei especificar abaixo os itens principais para a escolha de um bom papel.

Gramatura

Nada mais é que o peso do papel. Na maioria dos países (isso inclui o Brasil) a medição da gramatura é feita pelo sistema métrico g/m² (gramas por metro quadrado). A medição é feita da seguinte forma: uma papel de um metro quadrado de área é pesado e o valor desse peso é sua gramatura. Ex.: Se uma folha de papel de 1m² pesa 90g, sua gramatura é de 90g/m².

Sentido da fibra

Essa dica é para quem tem a oportunidade de entrar na gráfica e olhar o papel antes de entrar na máquina para impressão. Quando o papel é inserido na máquina de fabricação a direção que ele foi colocado determina a direção da fibra. Em livros, principalmente quando o papel é impresso na direção correta da fibra, a abertura de páginas, o manuseio e a qualidade da impressão ficam ótimas. Gráficas que prezam pela qualidade sempre inserem o papel no sentido da fibra e o fazem entrar de forma mais suave na máquina, reduzindo, assim, sua manutenção. Quem tiver a oportunidade de acompanhar a impressão na gráfica vale a pena.

Espessura

Espessura não é gramatura! Esses dois itens são facilmente confundidos. Em impressão de livros, quando se quer deixar o livro mais grosso, é comum aumentar a gramatura para que ele aumente a espessura, nem sempre isso é necessário, papéis como o antique wove variam sua espessura se forem fabricados com mais ar no enchimento. É comum encontrar papéis de mesma gramatura mas com espessuras diferentes. Vale a pena ter um micrômetro para medir essa espessura.

Tonalidade

Por padrão, todo papel tem variações de cores, algumas pequenas, quase imperceptíveis, que variam entre os lotes de papel, já outras são bem aparentes. Hoje, no mercado de papéis, existem diversas tonalidades pré-determinadas pelo fabricante que vão desde o branco até tons azulados, por conta disso, uma dica que dou é pedir grandes amostras do papel, pois, ocorrem que muitos são “metamétricos”, ou seja, mudam de cor de acordo com as condições de iluminação.

Transparência (opacidade)

O grau de transparência do papel é fundamental para boa qualidade do material. Para projetos que possuem textos, ilustrações e fotos, recomenda-se o uso de um papel que não tenha uma transparência tão alta, pois atrapalha a leitura e o material não fica tão bonito assim.

E para não esquecer…

  • Se puder ir na gráfica e ver o início da impressão, vai te garantir uma boa qualidade no material;
  • Ter amostras de papel em casa pode facilitar bastante na hora da escolha;
  • Peça amostras de papel nas gráficas. Empresas grandes possuem essas amostras aos montes;
  • Confira a prova com cuidado. Ela é a última chance de pegar erros de cores, grafias, fontes, tratamento de imagem e outros detalhes que não podem aparecer no resultado final;
Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão. Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos.






1) EnquadramentoTente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessárioUma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundoTenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.

5) RetratosAproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticaisMuitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.

9) Cor A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.

10) ExperimenteNão há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.

O que é resolução?

Imagine que uma foto é feita de vários pontinhos. Cada pontinho tem uma cor e juntando muuuuitos pontinhos chegamos a uma imagem completa.
A resolução é, bem resumidamente, a quantidade de pontinhos em um determinado espaço. Quanto mais pontinhos em um espaço, mais detalhes teremos na imagem.
Simples assim! Mas existem alguns outros detalhes, é claro:


1. Pixels ou pontos reais?
Pixels são diferentes de pontos reais. Pixels são os pontos em uma tela (de computador ou da televisão, por exemplo), mas uma imagem com vários pixels não é necessariamente uma imagem com resolução adequada. Por exemplo:
Embora as duas imagens ocupem a mesma quantidade de pixels da tela do seu computador dá para ver que a primeira tem uma qualdiade maior. Isso acontece porque a imagem da esquerda tem 360px de largura e 360 pontinhos de informação. Já a segunda imagem tem 360px de largura e apenas 160 pontinhos de informação nessa largura.
É por isso que não dá para aumentar imagens e manter a qualidade delas como acontece nos seriados de investigação :-)
2. Qual resolução usar?
Dependendo do meio aonde está a foto é necessário ter mais ou menos pontos por polegada. É isso que chamamos casualmente de “Resolução”.
Ao fazer uma imagem para mostrar na tela do computador (a imagem que vai para o flickr, por exemplo) usamos uma resolução de 72 pontos por polegada, pois isso é o que, no geral, as telas mostram.
Ao fazer uma imagem para uma ampliação (em 15x21cm para um álbum, por exemplo) é preciso usar uma resolução maior, pois os pontinhos são impressos mais “apertadinhos” e assim garantimos mais qualidade. A resolução indicada nesse caso é de 300 pontos por polegada.
Ao fazer um Outdoor a resolução é bem menor, pois vemos Outdoors bem de longe, normalmente fica em torno de 30 pontos por polegada. Se você chegar perto de um Outdoor vai notar que dá pra ver os “quadradinhos” da imagem!
O nome certinho disso que chamamos casualmente de resolução é DPI (Dots per Inch, ou pontos por polegada.)
3. E os Mega Pixels?
Já falei aqui que uma câmera com mais Mega Pixels não é necessariamente uma câmera melhor, e isso continua sendo verdade!O que importa é a qualidade do Sensor. A quantidade de Mega Pixels, conforme vimos acima, vai definir o tamanho máximo de ampliação de uma imagem sem diminuir a sua qualidade. Se uma câmera tem um sensor muito ruim e vários Mega Pixels ela vai simplesmente fazer fotos horríveis e enormes ;-)
É claro que o assunto Resolução de Imagem tem vários detalhes e nerdices – mas aqui eu quis explicar para todos que não conhecem nada sobre o assunto e ficam em dúvida em “visualizar” a Resolução no dia a dia de Fotógrafo :-) Espero que seja útil!


Recebi da Editora Photos um livro guia para todos os fotógrafos interessados em Fotografia de Casamento. Não são poucas as vezes que recebo perguntas sobre esse assunto, desde o equipamento necessário até dicas sobre o passo a passo de cada cerimônia.
Posso até dar minhas pequenas dicas aqui e acolá, mas nada se compara a um livro completíssimo como este escrito por um dos fotógrafos brasileiros mais conhecidos na área: Vinícius Matos! O Guia de Fotografia de Casamento – Para fotógrafos e noivas que procuram um trabalho diferenciado, é um livro completo e com todas as informações necessárias para os fotógrafos que querem trabalhar nesta área.
Foto por Vinicius Matos



As dicas

Todas as dúvidas da área possíveis e imagináveis são abordadas pelo Vinícius no livro: preparação, equipamentos, olhar, iluminação, sensibilidade e, claro, a especialidade dele: marketing. Gosto muito desse foco dele na área do marketing pois vejo que é o pecado da maioria dos fotógrafos:fotografam lindamente mas não sabem como atender a clientela, como ter um site útil ou como conseguir divulgação.
Também gosto da insistência dele em ter mais de um fotógrafo no evento. Às vezes vemos os nomes dos grandes fotógrafos e suas lindas fotos mas esquecemos que ninguém trabalha sozinho (pois assim é impossível captar todos os detalhes.) Quando a minha mãe se casou tudo que as pessoas comuns queriam do fotógrafo era uma recordaçãozinha da entrada da noiva, alguns retratos com efeitos da moda (como dupla exposição) e as posadas da família. Já hoje as noivas querem tudo: cada mínimo detalhe da decoração, cada lágrima e cada acontecimento. É impossível captar tudo isso sozinho e eu concordo com o Vinicius nessa parte. Tendo uma equipe em sintonia é possível oferecer ao cliente tudo que ele quer e também usar a criatividade mais livremente, pois o peso é dividido com o seu parceiro.
Todas as dicas de iluminação (inclusive com alguns esquemas) também são bons para aprender, mas é bom lembrar que esquemas servem de aprendizado, não para copiar! É muito mais fácil você lidar com a luz de acordo com cada situação do que tentar “imitar” uma foto que viu no livro.

Dicas para noivas

Algo que não achei tão conveniente foi um capítulo do livro com dicas para as noivas! Para os fotógrafos pode servir como base para “convencer” o cliente de algumas coisas, mas para noivas o livro não faz sentido: todos os outros capítulos serão muito complexos e técnicos para elas. Esse capítulo eu dispensaria sem problemas.
Por fim indico o livro fortemente. Você só precisa saber o básico da fotografia para poder acompanhar e mesmo se a fotografia de Casamentos não é seu foco principal é muito bom para pegar dicas de toda natureza (afinal casamentos têm retratos, paisagens, still e tudo junto-misturado.)
Se quiser você pode comprar diretamente no site da Editora ou pode participar da promoção que irei lançar daqui a pouquinho, sorteando uma edição! :D (promoção encerrada)
Este produto foi enviado para o Dicas de Fotografia para um review sem compromisso e o texto postado aqui reflete as opiniões sinceras da autora.

Fonte: dicas de fotografia

Se tem uma coisa que estraga muitas fotos de Paisagens por aí é o horizonte torto. NÃO: não é artístico, não é diferentoso, não é estilo. É simplesmente feio!

Foto por Mark Reimer
Sei que pareço estar ditando uma regra inquebrável, mas 99% das vezes um horizonte torto em foto de paisagem fica feio. A foto inteira parece estar fora de lugar e simplesmente dá pra ver que tem algo de errado.


Quando quebrar a regra

Antes que comecem a atirar pedras em mim, aviso: é claro que existem exceções, e algumas fotos com o horizonte torto ficam espetaculares. Mas é bom lembrar: algumas fotos com o horizonte bem torto. Intencionalmente nauseante. Não um pouquinho torto, por causa da preguiça do fotógrafo. E isso normalmente acontece quando tem mais algum elemento de ação na foto. Eu nunca achei uma foto SÓ de paisagem que ficou bonita com o Horizonte torto.

Foto por Dima Vazinovich

Como evitar um Horizonte torto?

Para quem tem uma câmera mais modélna dá para usar a opção de nivelador da própria câmera. Nas Canon isso se chama Dual-axis Electronic Level display e aparece quando você aperta duas vezes em “Info”. Se você usa outras marcas dá uma olhadinha no Manual para descobrir se ela possui essa função.
Se sua câmera não possui essa opção embutida você pode comprar este acessório à parte. No Photojojo tem esse “cubo” que encaixa direitinho ali na sapata do Flash. Claro que no fim das contas você pode pegar o nivelador que veio com sua caixa de ferramentas e usar pro mesmo propósito, né? :P
É bom lembrar também que tripés de qualidade (e até alguns mais vagabundinhos) possuem um nivelador embutido também. Se você estiver usando um tripé (pra fotografar paisagens é bom que esteja) ele pode e deve ser usado para seu propósito de horizontes retinhos.

      A fotografia HDR (High Dinamic Range) está super “na moda” ultimamente. Por isso resolvi fazer uma série de artigos sobre o assunto para contemplar tudo sobre essa técnica – desde como tirar as fotos até como editá-las.
Se bem utilizada essa ténica pode dar vida à foto criando um clima super-realista, com um contraste impressionante em cores ou em P&B. Se mal utilizada, no entanto, ela pode criar um resultado falso e esquisito!
Vamos começar?



O que é HDR?

O que chamamos hoje de HDR é uma técnica que – simplificando ao máximo – faz fotos terem o máximo de detalhes mesmo quando a cena fotografada tem muito contraste. Usando esta técnica conseguimos mostrar os detalhes na sombra e na luz, ao mesmo tempo.
Essa técnica já é usada a muito tempo, inclusive com filme. Mas é com o digital que ela ganhou força, sendo mais fácil aplicá-la em diversas situações.

Como utilizar essa técnica?

Para uma HDR legítima é preciso tirar pelo menos 3 fotos com exposições diferentes da cena, utilizar um aplicativo específico(Photomatix, Photoshop, etc) para juntar esssas exposições e depois fazer diversos ajustes finos na imagem final.
Essas necessidades tornam a técnica um pouquinho complicada, mas não impossível ;)
Dá pra fazer só com uma foto? Sim – mas existem limites e a qualidade final da imagem vai cair. Dá pra fazer sem o cuidado de um tripé? Dá – mas as chances de aparecerem aberrações serão maiores. Dá pra fazer com uma câmera simples? Sim – mas as compactas não oferecem algumas facilidades na hora de tirar as fotos.
Mas o mais complicado não é a criação da HDR em si, e sim usar a situação ideal. O pecado de muitas HDRs que vemos por aí é o uso exagerado e muitas vezes sem necessidade da técnica.

Resumindo

Para criar uma foto com um Alcance Dinâmico Altíssimo (que é a HDR) nós tiramos três fotos que peguem os detalhes de toda a imagem:
E juntamos elas em uma só:
Vamos ver a seguir, 10 dicas básicas para uma boa fotografia digital.


Esta fotografia premiada, de Bradley Reiman, utiliza propositalmente o contra-luz. Caso ele quisesse mostrar as pessoas, poderia usar um flash como .... Foto: BBC Brasil












1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.
2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.
3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.
4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.
5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.
6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.
7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.
8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.
9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.
10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois
fazer o que quiser.

Fonte: Terra